medicina com sentido
patologia
A dor oncológica pode ter várias origens, desde a presença do tumor até às consequências de cirurgias ou de tratamentos como a quimioterapia e a radioterapia. É frequente em casos de cancro localmente avançado ou com metástases e, quando não controlada, pode comprometer a qualidade de vida e dificultar a continuidade dos tratamentos.
Disponibilizar um controlo eficaz da dor oncológica não só promove conforto, como está cientificamente associado a uma maior sobrevivência ao cancro.
Análise completa da história clínica;
Identificação do tipo, intensidade e características da dor;
Avaliação do impacto funcional no dia a dia.
Terapêutica farmacológica adequada;
Técnicas de intervenção minimamente invasivas;
Programas de reabilitação física adaptados;
Suporte psicológico
No tratamento da dor oncológica, quando indicado, recorrem-se a opioides cuidadosamente ajustados e monitorizados, assegurando o máximo de eficácia no controlo da dor e a redução dos potenciais efeitos adversos.
As técnicas de neuromodulação demonstram elevada eficácia tanto na dor neuropática como na dor oncológica. Constituem uma opção segura, mesmo em situações que não respondem adequadamente à medicação convencional.
A radiofrequência pulsada (PRF – Pulsed Radiofrequency) é uma técnica minimamente invasiva que aplica impulsos curtos de energia elétrica a baixa temperatura (geralmente abaixo de 42 °C), modulando a atividade dos nervos responsáveis pela dor sem os danificar. É especialmente indica da quando se pretende preservar a função nervosa, apresentando baixo risco de efeitos secundários e proporcionando alívio que pode durar vários meses, dependendo da condição e da resposta individual.
Em contexto de dor oncológica, recorrem-se por vezes a bloqueios neurolíticos, que consistem na destruição controlada de nervos ou estruturas responsáveis pela transmissão da dor. Estas técnicas são realizadas com recurso a métodos de imagem, como ecografia ou raio-X, assegurando precisão e segurança.
O apoio psicológico desempenha um papel fundamental no tratamento da dor crónica, em especial na dor associada ao cancro, contribuindo para o equilíbrio emocional. Paralelamente, a medicina física e reabilitação ajuda a preservar a mobilidade, manter a força funcional e prevenir complicações como atrofias ou contraturas.
Na CEMAV, cada pessoa é acompanhada com empatia, escuta e tempo, ajustando os tratamentos conforme a evolução clínica. O objetivo é aliviar a dor, restaurar o sono, melhorar o humor e permitir maior autonomia no quotidiano.
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Dê o primeiro passo para uma vida mais equilibrada.
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Sim. A quimioterapia, a radioterapia ou as cirurgias podem provocar diferentes tipos de dor, como neuropática, musculoesquelética ou inflamatória. Esta dor não precisa de ser suportada até ao fim do tratamento oncológico, o alívio pode e deve ser integrado desde o início, melhorando o conforto e a qualidade de vida.
Não. O controlo da dor é planeado de forma segura e integrada com os tratamentos oncológicos, sem comprometer a sua eficácia. Pelo contrário, gerir adequadamente a dor permite que o paciente tolere melhor a quimioterapia, radioterapia ou imunoterapia, reduzindo interrupções e melhorando a resposta global ao tratamento.
Em alguns casos, sim. Os opioides podem ser fundamentais para controlar dores intensas relacionadas com o cancro. Quando prescritos e monitorizados por especialistas em medicina da dor, são seguros e eficazes. O objetivo é sempre encontrar a dose mínima necessária para proporcionar alívio, mantendo a autonomia e minimizando efeitos secundários.
H3 - O que posso esperar de uma consulta em Medicina da Dor? Numa consulta de medicina da dor, o médico especialista avalia a origem, intensidade e impacto da dor, ouvindo com atenção e podendo solicitar exames. Com base nessa análise, é definido um plano terapêutico personalizado, que pode incluir medicação, técnicas minimamente invasivas ou reabilitação.